Há pouco tempo li um texto falando sobre decodificação para distinguir as varios vertentes que se abriu na Umbanda. Eu comecei a buscar um entendimento e pensar comigo em como isso seria importante principalmente para mim que sou um iniciante, uma decodificação nada mais é para aqueles que desconhecem e até para os vulgos entendidos um esclarecimento para muitas dúvidas de iniciantes até pais de santo, mas me veio uma inpirição de certa maneira contraria, por que me embasei naquilo que li sobre Umbanda pura, traçada e Umbandomblé, devido a tantas vertentes deveriamos decodificar para primeiro saber como distinguir as varias formas pela qual a Umbanda estava se manifestando.
Nesse texto que li falava sobre o que era a Umbanda pura e traçada, a pura: era aquela que o Caboclo das Sete Encruzilhadas trouxe através do medium Zélio Fernandino que somente pretos-velhos e caboclos queriam dividir seus conhecimentos mas não tinham espaços e que a Umbanda trazia uma palavra simples para o povo mais humilde que assim poderiam entender aquilo que o outro lado trazia já que nos centros Kardecistas eram apenas palestras com grandes homens: fazendeiros, medicos e professores e que não se copnseguiam entender pelas palavras sofisticadas, e ainda sobre a pura ela seria aplicada sobre a base cristã, ou seja ensinamentos de Jesus Cristo, e ai explicou-se sobre a Umbanda traçada que trouxe elementos da cultura Afro: Orixás, padés e etc, e inseriu novos povos de trabalhos como: baianos, marinheiros entre outros. O texto ainda dizia que não havia certos ou errados apenas diferenças pelas quais caberiam uma denominação e decodificação, contudo o texo é interessante e abre uma discussão construtiva e eu até cheguei a compartilhar da mesma opinião até que me veio a inspiração...
Refletindo sobre os questionamentos dos porquês me vi em meio há um debate de idéias onde eu era favorável a decodificação e meu guia espiritual era não favoravel pelo menos não neste momento, ele me explicou que a Umbanda não deve ser segmentada como vem sendo feita, pois ela historicamente falando ainda é recente na nosso plano ainda há de se crescer, como já é visto, e é normal que haja diferenças do inicio até hoje assim como todas as religiões passam por mudanças e adpatoções ao mundo contempôranio, exemplo disso o Catolicismo que já foi alvo de perseguição, foi elitizada e popularizada mas ainda assim não deixou de ser a religião que é, ainda disse que não há problema na decodificação mas que faze-la agora e nos moldes que estão propondo irá segmentar e dividir a Umbanda e fugiria do principio ao qual ela foi criada e assim sendo ao invés de nos unir iria separar e nos deixar cada vez mais distante, pois além das mudanças que ocorreram ao longo do tempo, há também as mudanças regionais e isso eu presenciei pois já viajei por alguns estados e perguntei e há diferenças de um lugar para outro e ainda ele me explicou quanto ao fato mencionado referente as incorporações serem feitas apenas por preto-velhos e caboclos, ele me explicou que como a Umbanda cresce com o passar do tempo e ela de certa forma nascendo da necessidade de espiritos com conhecimento a serem divididos conosco, mas em outras searas eles eram tidos como de baixa grau evolutivo, nada mais normal que outros povos com sabedoria que possa ser dividida tivessem seu espaço na Umbanda algo natural segundo ele, porque um país tão rico de cultura somente preto-velhos e caboclos teriam algo para dividir, os baianos com todo axé e alegria particulares deles, os boiadeiros com sua experiencia de vida nos pampas, os ciganos com sua liberdade e as nossas crianças com a inocência e humildade que somente elas tem, não podemos simplesmente deixar de lado o conhecimento que se ganha com a chegada desse espiritos evoluidos e nos ajudando a crescer como pessoas e como grupo. A visão que ele me passou da Umbanda é a seguinte enxergue ela como uma pessoa por mais que seja unica cada um tem uma visão sobre aquela pessoa, por exemplo uma pessoa bonita aos seus olhos pode não ser para outros, uma pessoa pode ser simpatica para uns, extrovertida para outros e os dois para alguns. A Umbanda é unica mas pode ser diferente sim e sempre será mas isso não é motivo para separar ou concorrer entre si, temos de unir crescer como unidade mas sem perder particularidade e peculiaridades.
Contudo os Umbandistas não devem apontar diferenças e sim agregar, porque o diferente não é algo errado e sim algo novo e sempre temos que aprender coisas novas, e a Umbanda como legitima religião do Brasil um país que cabe todas as culturas de forma ordenada, e que tambem prega: amor, caridade e humildade não pode conter um avanço natural da vida. Então viva as diferenças e viva a Umbanda!!!
Jovens de Zamby
quinta-feira, 10 de março de 2011
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Moral da história: Umbanda
Desde que comecei a conhecer a Umbanda vários aspectos me chamaram atenção desde, obviamente, as incorporações até o entrosamento e a alegria das pessoas de que freqüentavam, mas depois que entrei na corrente mediunica e passei a te-la como minha religião, venho tentando enxerga-la de maneira mais ampla. Comecei a estudar, meio que autodidata lendo livros e tentando decifrar as mensagens que a mim chegavam, de certa maneira isso me ajudou a ver alguns pontos dos quais passavam despercebidos e que hoje vejo que são de fundamental importância.
Sempre via os guias me falando da importância de cada um dentro de um trabalho desde a assistência e até eles próprios, me ensinado como manter a cabeça firme como eles gostam de dizer, e como a doutrina pode ajudar em alguns casos, a partir daí comecei a pensar na Umbanda com o principio da religião, sendo assim, a doutrina para regrar a vida e seguir um conceito para crescer na minha jornada evolutiva, não que já tenha alcançado um grau acima muito pelo contrario ainda estou muito aquém do que poderia ou melhor dizendo do que deveria, enfim tentei entender algumas das prioridades e que temos dentro da Umbanda.
Talvez o que descrevo aqui vai de contra opiniões de outros porem exploro aqui vivências que tive, assim sendo. Eu sempre colocava os elementos da Umbanda na frente dos conceitos e princípios da mesma, como priorizar o ritual, os pontos e os guias sempre de modo que eles eram o principal, sempre tratando os guias diferentes dos irmãos que ali estavam, com mais educação e mais cuidados, dançava de maneira coordenada para não errar a parte ritualista e outras series de coisas como o fumo dos guias, as oferendas e a vestimenta, quero deixar claro que tudo isso tem a sua fundamental importância na gira e nos trabalhos, mas com o tempo eu via que isso eram elementos da nossa religião, uma parte e não um todo. Como posso explicar na minha humilde visão eu encaro isso como um triângulo e na ponta dele estão as partes que citei agora pouco, mas pouco se trabalha a base moral pra que possamos chegar ao pico que são os trabalhos.
Não estou criticando onde aprendi mas sim de uma maneira geral todos começamos de uma maneira equivocada, melhor jeito de descrever, muitas pessoas, acho que não é um erro dizer a maioria, procura a Umbanda para procurar um amparo de seus problemas, sejam eles espiritual, carnal e até mesmo material, até porque como dizem alguns pretos-velhos somos um pronto socorro espiritual e não há mal nenhum nisso, mas quero chegar num ponto onde muitas pessoas tem seus problemas diminuídos e/ou sanados, é pra isso que estamos lá certo, porém e como tratamos o pós-operatório por assim dizer, muitos tem um deslumbramentos de tudo isso e vêem como um milagre, outros só voltam quando aparecem outros problemas e ainda os mesmos deslumbrados passado o tempo dos "milagres" vem que não tem digamos retornos dos quais eles julgam merecedores e saem difamando nossa religião.
Acho que devemos mostrar mais do que é feita nossa religião porque a Umbanda não é só a gira, devemos começar a nos mostrar nossa religião assim como as outras evangélicos não são somente evangélicos no culto, como católicos não são católicos somente nas missas, eles pregam seguem os ensinamentos que lhes são passados, temos que pregar mais o que sempre escuto dos pretos-velhos: a humildade, das crianças: o amor e dos caboclos: a sabedoria. Fazer o mesmo que os kardecistas fazem: palestras antes de cada gira, inicio de trabalhos, sei que temos aversão a coisas paradas que gostamos dos tambores batendo, mas com esses ensinamentos olha o crescimento que o espiritismo teve nesses últimos anos. Devemos para um pouco de falar de qual caboclo é melhor, qual exú se trabalha mais facil ou que doces levar na festa de cosme e damião, vamos mostrar que tudo que acontece está dentro do merecimento de cada um, explicar sobre a lei do retorno, trabalhar a caridade e pratica-la evidentemente e pregar mais sobre o amor, a fé e cativar as pessoas porque em muitos lugares a assistência não é umbandista mas as pessoas que vão as missas e os cultos são respectivamente católicos e evangélicos.
O que quero expor é a nossa fragilidade enquanto cativar as pessoas e mostrar que existe uma doutrina, mostrar a todos envolvidos que não são somente as entidades, trabalhos e pontos cantados, e sim o todo desde a assistência até o chefe da casa, as vezes pessoas chegam com um problema que não será o guia incorporado que ira ajudar e sim outro consulente que esta ao lado, no momento da gira quem ira ajudar a assistência em qualquer necessidade seram os cambones então paremos de falar nós de guias e tantos assuntos irrelevantes e vamos nos focar em unirmos crescermos e trabalhar para que a Umbanda seja reconhecida sim como religião independente de como seja mas respeitando e sendo respeitada. Contudo vamos ser mais Umbanda, mais umbandistas e mais religiosos vamos seguir os conceitos que nos são passados pelos nossos guias ao invés de medir suas forças, testa-los entre outras coisas porque eles nos mostram que eles são importante mas eles sem nós e nós sem conceitos como: fé, amor, sabedoria, humildade e caridade existe a Umbanda?
Sempre via os guias me falando da importância de cada um dentro de um trabalho desde a assistência e até eles próprios, me ensinado como manter a cabeça firme como eles gostam de dizer, e como a doutrina pode ajudar em alguns casos, a partir daí comecei a pensar na Umbanda com o principio da religião, sendo assim, a doutrina para regrar a vida e seguir um conceito para crescer na minha jornada evolutiva, não que já tenha alcançado um grau acima muito pelo contrario ainda estou muito aquém do que poderia ou melhor dizendo do que deveria, enfim tentei entender algumas das prioridades e que temos dentro da Umbanda.
Talvez o que descrevo aqui vai de contra opiniões de outros porem exploro aqui vivências que tive, assim sendo. Eu sempre colocava os elementos da Umbanda na frente dos conceitos e princípios da mesma, como priorizar o ritual, os pontos e os guias sempre de modo que eles eram o principal, sempre tratando os guias diferentes dos irmãos que ali estavam, com mais educação e mais cuidados, dançava de maneira coordenada para não errar a parte ritualista e outras series de coisas como o fumo dos guias, as oferendas e a vestimenta, quero deixar claro que tudo isso tem a sua fundamental importância na gira e nos trabalhos, mas com o tempo eu via que isso eram elementos da nossa religião, uma parte e não um todo. Como posso explicar na minha humilde visão eu encaro isso como um triângulo e na ponta dele estão as partes que citei agora pouco, mas pouco se trabalha a base moral pra que possamos chegar ao pico que são os trabalhos.
Não estou criticando onde aprendi mas sim de uma maneira geral todos começamos de uma maneira equivocada, melhor jeito de descrever, muitas pessoas, acho que não é um erro dizer a maioria, procura a Umbanda para procurar um amparo de seus problemas, sejam eles espiritual, carnal e até mesmo material, até porque como dizem alguns pretos-velhos somos um pronto socorro espiritual e não há mal nenhum nisso, mas quero chegar num ponto onde muitas pessoas tem seus problemas diminuídos e/ou sanados, é pra isso que estamos lá certo, porém e como tratamos o pós-operatório por assim dizer, muitos tem um deslumbramentos de tudo isso e vêem como um milagre, outros só voltam quando aparecem outros problemas e ainda os mesmos deslumbrados passado o tempo dos "milagres" vem que não tem digamos retornos dos quais eles julgam merecedores e saem difamando nossa religião.
Acho que devemos mostrar mais do que é feita nossa religião porque a Umbanda não é só a gira, devemos começar a nos mostrar nossa religião assim como as outras evangélicos não são somente evangélicos no culto, como católicos não são católicos somente nas missas, eles pregam seguem os ensinamentos que lhes são passados, temos que pregar mais o que sempre escuto dos pretos-velhos: a humildade, das crianças: o amor e dos caboclos: a sabedoria. Fazer o mesmo que os kardecistas fazem: palestras antes de cada gira, inicio de trabalhos, sei que temos aversão a coisas paradas que gostamos dos tambores batendo, mas com esses ensinamentos olha o crescimento que o espiritismo teve nesses últimos anos. Devemos para um pouco de falar de qual caboclo é melhor, qual exú se trabalha mais facil ou que doces levar na festa de cosme e damião, vamos mostrar que tudo que acontece está dentro do merecimento de cada um, explicar sobre a lei do retorno, trabalhar a caridade e pratica-la evidentemente e pregar mais sobre o amor, a fé e cativar as pessoas porque em muitos lugares a assistência não é umbandista mas as pessoas que vão as missas e os cultos são respectivamente católicos e evangélicos.
O que quero expor é a nossa fragilidade enquanto cativar as pessoas e mostrar que existe uma doutrina, mostrar a todos envolvidos que não são somente as entidades, trabalhos e pontos cantados, e sim o todo desde a assistência até o chefe da casa, as vezes pessoas chegam com um problema que não será o guia incorporado que ira ajudar e sim outro consulente que esta ao lado, no momento da gira quem ira ajudar a assistência em qualquer necessidade seram os cambones então paremos de falar nós de guias e tantos assuntos irrelevantes e vamos nos focar em unirmos crescermos e trabalhar para que a Umbanda seja reconhecida sim como religião independente de como seja mas respeitando e sendo respeitada. Contudo vamos ser mais Umbanda, mais umbandistas e mais religiosos vamos seguir os conceitos que nos são passados pelos nossos guias ao invés de medir suas forças, testa-los entre outras coisas porque eles nos mostram que eles são importante mas eles sem nós e nós sem conceitos como: fé, amor, sabedoria, humildade e caridade existe a Umbanda?
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
O divino é humano ou humano é divino?
Umas das coisas que eu não entendo, que até tem seu embasamento é como eu digo o Horoscopo Umbandista, explico melhor, "ah fulano de tal é de Oxossi olha o jeito dele" algumas eu entendo como "Eu sou chorona porque sou de Iemanja" (ou Oxum dependendo da pessoa) tem até os defeitos "Sou ciumenta mesma, que posso fazer se sou filha de Iansã". O que quero dizer é assim, fugindo da teologia mas entrando na parte pratica da coisa, como um culto onde nossos Orixás representam o que de mais puro existe que em nós a Fé, Amor, Conhecimento, Justiça... enfim o que não concordo é como um Orixá na sua pureza pode influenciar de maneira até prejudicial, mas enfim não vou entrar no merito de certo ou errado só gostaria de expor para tentar entender a nossa mania de tornar algo divino em humano, será nossa necessidade de alcança-los ainda que de forma, ao meu ver, mesquinha querendo atribuir aos Orixás particularidades terrenas.
Ainda nesse raciocinio vejo muitas pessoas sendo endeusadas( não sei se esta certa essa palavra), ou seja, tornamos humanos de certa forma em algo divino, como "ai vou passar com ele na consulta porque ele é bom" claro que isso tenha algumas coisas como dedicação de medium entra em questão mas isso não quer dizer que o outro seja melhor mas enfim, o fim da picada mesmo são aqueles cartazes "trago o amor em 3 dias trabalhos garantidos" bom fora pessoas que tem uma videncia incrivel e ainda linha direta com o "além" recebem informações de pessoas que já partiram a partir de fotos recebida por email e a pessoa recebe a mensagem por telefone que mágica.
Quero tambem deixar aqui que houveram humanos divinos, nosso pai Jesus Cristo foi o mais humano de todos nós pois amou seus semelhantes sem pudor e de maneira simples e pura, ensinou que não precisamos de muito para sermos felizes muito pelo contrario somente com pouco de amor, humildade e pessoas que que amamos ao nosso redor seremos felizes, se você me perguntar e o resto eu digo, corra atras porque antes de Jesus Cristo ser Jesus Cristo ele era um simples e humilde carpinteiro, contudo não tentemos ser divinos, sejamos humanos porque assim seremos mais nos mesmo e alcaçaremos o divino de maneira natural.
Ainda nesse raciocinio vejo muitas pessoas sendo endeusadas( não sei se esta certa essa palavra), ou seja, tornamos humanos de certa forma em algo divino, como "ai vou passar com ele na consulta porque ele é bom" claro que isso tenha algumas coisas como dedicação de medium entra em questão mas isso não quer dizer que o outro seja melhor mas enfim, o fim da picada mesmo são aqueles cartazes "trago o amor em 3 dias trabalhos garantidos" bom fora pessoas que tem uma videncia incrivel e ainda linha direta com o "além" recebem informações de pessoas que já partiram a partir de fotos recebida por email e a pessoa recebe a mensagem por telefone que mágica.
Quero tambem deixar aqui que houveram humanos divinos, nosso pai Jesus Cristo foi o mais humano de todos nós pois amou seus semelhantes sem pudor e de maneira simples e pura, ensinou que não precisamos de muito para sermos felizes muito pelo contrario somente com pouco de amor, humildade e pessoas que que amamos ao nosso redor seremos felizes, se você me perguntar e o resto eu digo, corra atras porque antes de Jesus Cristo ser Jesus Cristo ele era um simples e humilde carpinteiro, contudo não tentemos ser divinos, sejamos humanos porque assim seremos mais nos mesmo e alcaçaremos o divino de maneira natural.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Aprendendo a ter fé
Olá aqui vou deixar relatos sobre minha curta caminhada na religião Umbandista. Não tenho fundamento básico na teologia da Umbanda então não postarei assuntos com esse assunto ou ritualistico pois poderei escrever algo errado ou confundir o pensamento dos outros e aqui só pretendo dividir coisas que vi, vivi e aprendi.
Enfim meu começo na Umbanda foi há 10 anos atras eu ainda criança entrei em um terreiro como muitos com medo do desconhecido ou melhor dizendo da falta de conhecimento não só meu mas das pessoas que me falavam como era um "centro", com o tempo comecei a gostar e admirar o trabalho claro sem entender o que aconteci ali, lembro que sempre pensava comigo ue gostaria de estar ali encorporar, tocar atabaque e ajudar ali. O tempo passou e devido as pessoas que frequentavam não irem mais eu tambem deixei de ir.
Passado o tempo passou e nunca pensei em religião eventuais idas a igreja me deixavam entediados, até crisma comecei a fazermas não cheguei a frequentar mais de 2 meses, cheguei aos 20 anos como todo muleque (não achei termo melhor) era despreucupado, irresponsavel e um pouco inconsequente digo um pouco porque até esse pouco causa grande preujuizos, assim sendo, tive uma grande perda e nesse momento eu vi que é preciso ter algo para se apoioar, aprendi a ter fé algo que por mais cliche que se aparente é verdade só se aprende ou pelo amor ou pela dor. Então comecei a buscar minha fé, voltei a uma igreja com minha mãe, algo que fiz mais por ela do que por mim, tentando fazer um esforço e convencer de que aquilo era o que precisava, porém sem resultado ali não era o que buscava pra mim então novamente a Umbanda apareceu em minha vida, através de um grande amigo conheci um lugar onde comecei a conhecer de fato a religião que sempre me fascinou.....
Hoje deixo este relato mas em breve coloco mais experiências que vivi agradeço a quem leu e gostou e aos que não gostarem tambem. Um grande abraço fraternal a todos
Enfim meu começo na Umbanda foi há 10 anos atras eu ainda criança entrei em um terreiro como muitos com medo do desconhecido ou melhor dizendo da falta de conhecimento não só meu mas das pessoas que me falavam como era um "centro", com o tempo comecei a gostar e admirar o trabalho claro sem entender o que aconteci ali, lembro que sempre pensava comigo ue gostaria de estar ali encorporar, tocar atabaque e ajudar ali. O tempo passou e devido as pessoas que frequentavam não irem mais eu tambem deixei de ir.
Passado o tempo passou e nunca pensei em religião eventuais idas a igreja me deixavam entediados, até crisma comecei a fazermas não cheguei a frequentar mais de 2 meses, cheguei aos 20 anos como todo muleque (não achei termo melhor) era despreucupado, irresponsavel e um pouco inconsequente digo um pouco porque até esse pouco causa grande preujuizos, assim sendo, tive uma grande perda e nesse momento eu vi que é preciso ter algo para se apoioar, aprendi a ter fé algo que por mais cliche que se aparente é verdade só se aprende ou pelo amor ou pela dor. Então comecei a buscar minha fé, voltei a uma igreja com minha mãe, algo que fiz mais por ela do que por mim, tentando fazer um esforço e convencer de que aquilo era o que precisava, porém sem resultado ali não era o que buscava pra mim então novamente a Umbanda apareceu em minha vida, através de um grande amigo conheci um lugar onde comecei a conhecer de fato a religião que sempre me fascinou.....
Hoje deixo este relato mas em breve coloco mais experiências que vivi agradeço a quem leu e gostou e aos que não gostarem tambem. Um grande abraço fraternal a todos
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